Soneto Acróstico – Nula Postera Est

Não passam horas sem o amor de uma pessoa,
uma após outra, ondas e ondas, mar da vida.
Lato o esforço de da sombra vir, ferida,
A alma indômita, incólume se boa.

Perdidos somos quando corta-nos à toa
o doer d’ouro que conosco à saída
sói dar-nos, Moira que de todos torce a dita,
tal coração feito em pó por nossa loa.

E se nos traz o tempo sons, em diapasão
rumores mil, nos relembrando a maldade,
a longa perda de uma série de até logos.

Em pranto ao fim nós soluçamos de saudades,
se se desfaz de pronto a longa ilusão,
Traz à memória que dos Deuses somos jogos.


Chronos Phaenon Eosphoros
02/04/2006

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