Des(a)tinados

Amei seus sorrisos, me apaixonei por suas lágrimas. Pés pelas mãos, palavras mal sucedidas, tentativas descomedidas, conversas que se entrelaçam, lágrimas que se respingam. No fim, talvez o Tempo cure as feridas, talvez as feridas do Tempo se curem, mas a vida segue, e seguimos todos sentindo mais a cada dia o sentir-se juntos, completos, corretos, con-certos.

Repletos de sentirmo-nos sentimo-nos sem tino algum, um sentimento que preste, não dentre tantos, mas um único, que a vida tece e tisna nossa tez em riscos calculados de pressões diuturnas para que juntos tracemos um destino célebre, celebrando a vida que vivemos juntos, conjuntos de amores que se espalham na vida conjunta.

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