Passatempos

No caminho certo de uma saída incerta, mata-se o tempo com passatempos lúgubres, perguntas, questões, insegurança, olhos velados em diáfanas cortinas úmidas, lágrimas de tristeza e raiva, no limiar da vida onde loucamente chora o tolo.

No caminho certo de uma saída incerta, mata-se o tempo com passatempos lúdicos, imagens disparatadas, histórias sem sentido, sem sentires, apenas se vive o momento, carpe diem quam nula postera est, no limiar da vida onde loucamente gargalha o tolo.

No caminho certo de uma saída incerta, mata-se o tempo com passatempos lúbricos, aspas das pernas, pés entrelaçados que caminham, pois por tuas pernas longas horas caminhei em alternativas vivas, ora nativas, no limiar da vida onde loucamente sorri o tolo.

Certo pelo incerto, antes ser tolo e inseguro que sábio e sem futuro…

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