Cuca

Lé com cré, cré e lé, crelelé, lelé? A cuca sã, dia sim, dia não, com figuras abstratas no concreto da calçada, com certas veredas desfazendo as cucurbitáceas que se escanteiam. Fura, mas não grampeia, que o café é mais importante que a faca amolada que às vezes falha, mas sobrevive mesmo cheia de arranhões.

Lábaros que se ostentam, discretos quando insabidos, exercícios solitários que buscam companhia, pois na única saída não se pode entrar, e lá e cá tudo é texto, tudo dá texto, com o texto do contexto que se descontesta.

Mas se a cuca te pega, daqui e de lá, e dela é o roxo que fica na pele marcada nigri solis da meia noite. Há sanidade? Não sei, só sei que são sãos os que são felizes.

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