Café

Fazendo-se um personagem fictício para ser ele mesmo, o Gênio, pensante e genioso, saiu da garrafa, ingênuo, para tomar café, mas com o café foi tomado.

Num tempo que não existia, geniosamente se fez tempo para que o tempo se fizesse. Fez-se a luz, fez-se o tempo, brilha, brilha a estrela que nunca dorme, estremece.

Pois se a flor que outrora não fora, mas é, à luz de uma estrela que desde sempre brilhou, e brilha, da não existência veio a ser, feneceu e refloriu, assim também a estrela redobrou seu brilho, trilho de luz que da garrafa trouxe o gênio, a tempo para o café.

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